Crianças, adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade · Última atualização: 29 de setembro de 2026
O Em Diálogo nasce do amor pelas juventudes e assume o compromisso de ser um ambiente seguro. Esta política, inspirada nas orientações da Igreja no Brasil para a proteção de crianças, adolescentes e adultos vulneráveis, no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) e na LGPD, define como agimos para prevenir, acolher e responder a qualquer situação de risco.
1. Nossos compromissos
Colocar sempre em primeiro lugar a dignidade, a segurança e o melhor interesse de crianças, adolescentes e pessoas vulneráveis.
Ter tolerância zero com qualquer forma de abuso, exploração, assédio, violência ou negligência, no ambiente físico ou digital.
Acolher com escuta atenta quem relatar uma situação, sem culpabilizar a vítima.
Colaborar com as autoridades competentes e com as instâncias eclesiais de proteção sempre que necessário.
2. Conduta de quem produz o Em Diálogo
Colaboradores, articulistas, voluntários e parceiros comprometem-se a:
manter comunicação respeitosa, transparente e em canais institucionais com menores de idade, nunca em conversas privadas e isoladas;
não solicitar, receber ou compartilhar imagens íntimas, dados pessoais desnecessários ou informações de localização de menores;
não publicar conteúdo que exponha, humilhe ou coloque em risco crianças, adolescentes ou pessoas vulneráveis;
comunicar imediatamente à coordenação qualquer suspeita ou relato de violação.
3. Imagens, vozes e depoimentos
Imagens, vídeos e depoimentos de crianças e adolescentes só são publicados com autorização por escrito dos pais ou responsáveis e, sempre que possível, com a concordância do próprio adolescente.
Não identificamos menores em situações sensíveis (por exemplo, em contextos de sofrimento, violência ou vulnerabilidade social).
Qualquer pessoa pode pedir a retirada de uma imagem ou conteúdo em que apareça ou em que apareça alguém sob sua responsabilidade, pela página Entre em Diálogo.
4. Ambiente digital seguro
Comentários e interações são moderados; mensagens com assédio, aliciamento, discurso de ódio ou exposição de terceiros são removidas.
Temas sensíveis, como saúde mental, violência e suicídio, são tratados com cuidado, sem detalhes que possam causar dano, e sempre com indicação de onde buscar ajuda.
Dados pessoais de crianças e adolescentes seguem o art. 14 da LGPD e a nossa Política de Privacidade.
5. Como relatar uma situação
Se você presenciou, sofreu ou suspeita de qualquer situação de abuso ou risco envolvendo o Em Diálogo ou pessoas ligadas a ele, fale conosco pela página Entre em Diálogo, indicando no assunto “Proteção”. Todo relato é tratado com sigilo e prioridade.
Você também pode, e em casos de urgência deve, procurar diretamente:
Disque 100 – Direitos Humanos (gratuito, 24 horas, também pelo WhatsApp (61) 99611-0100);
190 – Polícia Militar, em situação de emergência;
o Conselho Tutelar da sua cidade;
CVV – 188, para apoio emocional e prevenção do suicídio, gratuito e 24 horas.
6. Responsabilidade e revisão
A coordenação do Em Diálogo é responsável por aplicar esta política, orientar a equipe e revisá-la periodicamente, acompanhando as orientações da CNBB e a legislação brasileira.